ÍDOLOS

DIEGO ARMANDO MARADONA



Considerado o maior e melhor jogador de futebol da história Argentina. Reunia inteligência, vontade e talento, com dribles, habilidade para mudar drasticamente sua velocidade e dar giros surpreendentes.

Aos nove anos, seu talento com a bola já o fazia ser a criança mais popular da favela em que morava, no subúrbio de Buenos Aires.

Com quinze anos, disputava partidas preliminares, já atraindo multidões. Quando finalmente foi lançado entre os profissionais no pequeno clube do Argentinos Juniors. Ele já demonstrava um repertório completo certeiro com a sua mágica perna esquerda: lançamentos, passes, dribles curtos, chutes certeiros de curta e longa distância, cobranças de falta e escanteios.

Seu maior momento foi na Copa do Mundo de 1986, que na opinião popular foi ganha inteiramente por ele.


MARTÍN PALERMO



Apelidado de El Loco. É o maior artilheiro da história do Boca Juniors. Ao todo, o atacante marcou 235 gols com a camisa do time argentino, superando o recorde que pertencia a Roberto Cherro.

Tal marca foi alcançada no dia 12 de abril de 2010, com os dois gols que fez na goleada de 4 a 0 do Boca sobre o Arsenal de Sarandi, no estádio La Bombonera; Palermo chegou a 220 gols com a camisa do clube, superando assim a marca de 218 gols que Cherro mantinha desde 1938.


JUAN ROMÁN RIQUELME



Iniciou a sua carreira como amador no Argentinos Juniors, antes de se mudar para o Boca Juniors, onde se tornou Bi-campeão da Copa Libertadores daa América(2000 e 2001) e um dos maiores ídolos da história do clube. Não demorou para seu futebol ser cobiçado pelos grandes da Europa e, em 2002, acertou sua transferância para o Barcelona.

Após um ano no clube catalão, onde junto com toda a equipe não realizou uma boa temporada, se transferiu para o Villarreal. Pelo Submarino Amarelo fez grandes partidas e, na companhia de outros jogadores sul-americanos como o argentino Sorín, o uruguaio Diego Forlán e o brasileiro naturalizado espanhol Marcos Senna, ajudou a levar o clube ao inédito terceiro lugar no Campeonato Espanhol na temporada 2004/05, o que rendeu ao Villareal uma vaga inédita na Liga dos Campeões da Europa.

Riquelme regressou em fevereiro de 2007 ao Boca Juniors, tendo sido contratado por empréstimo por apenas 6 meses e recebendo um dos maiores salários da América do Sul. Nesse pequeno período em sua volta ao Boca Juniors, Riquelme se destacou na campanha da Copa Libertadores da América, tendo realizado jogos magnificos e inesquecíveis nas finais contra o Grêmio, que rendeu ao jogador seu terceiro título da competição continental pelo clube, o sexto na história do Boca Juniors e de quebra ainda foi eleito o craque do campeonato.


CARLOS TEVEZ



O jogador do povo. Tem carisma, talento, potencia e coragem. Ganhou tudo com o Boca e conseguiu algo ainda maior levou as cores da Argentinas aos estádios do Brasil e da Inglaterra, onde também triunfou.

No Brasil foi campeão com o Corinthians. Na Inglaterra salvou o West Ham do rebaixamento e ganhou a liga dos Campeões com o Manchester United, somando 10 título na sua carreira como profissional, incluindo uma medalha de ouro na olimpíadas pela seleção.


GABRIEL BATISTUTA



A temporada 1990/91 marcaria a introdução do sistema Apertura e Clausura, dividindo o campeonato. No Apertura, o Boca não foi bem e terminou apenas em oitavo. Seria no Clausura que Batistuta, vindo em baixa do River, enfim começaria a demonstrar sua melhor forma, marcando cinco vezes nos três primeiros jogos. Em grande e invicta campanha, com treze vitórias e seis empates, 32 gols (vinte dos quais marcados pela dupla Batistuta e Diego Latorre) e favor e apenas seis contra, o Boca faturou a segunda metade do campeonato.

Para Batistuta, nem um pênalti perdido contra o antigo clube do River atrapalhou, naquela campanha, ele conseguiu suas primeiras chances na Seleção Argentina. E contra o próprio arquirrival ele se recuperou, tornando-se um anti-River, tornando-se parte da equipe que iniciaria um memorável período de domínio auriazul nos Superclásicos. Os dois clubes se enfrentaram duas vezes na Taça Libertadores da América, naquele semestre, e Batigol marcou os dois gols da vitória por 2 x 0 na Bombonera, após o Boca ter conseguido vencer, por 4 x 3, também no Monumental. O Boca ainda passou pelos brasileiros Corinthians e Flamengo no mata-mata, mas o sonho do título continental parou nas semifinais, contra os eventuais campeões do Colo Colo.

A convocação de Batistuta para a Seleção acabaria atrapalhando, na verdade, o próprio Boca: o campeão argentino seria determinado em uma final reunindo o vencedor do Apertura (o Newell’s) e o Clausura. Batistuta não pôde participar, pois os jogos seriam disputados no período da realização da Copa América de 1991, para a qual ele foi chamado. Após vitórias por 1 x 0 para cada lado, os xeneizes perderiam o título nos pênaltis, em plena Bombonera. Ironicamente, determinou-se que a partir da temporada seguinte os times que vencessem o Apertura e o Clausura seriam considerados campeões conjuntamente.

Batistuta não ficaria: após a Copa América, vencida pela Argentina com ele como artilheiro, foi transferido para o futebol italiano, contratado pela Fiorentina. Sua passagem efêmera e sem títulos oficiais não o impediria de ser considerado, todavia, como um dos maiores ídolos da história do Boca Juniors.


GUILLERMO BARROS SCHELOTTO


Foi campeão por todos os times pelos quais passou, tendo uma identificação especial com o Boca Juniors, sendo o atleta que mais títulos conquistou pelo clube e um ídolo como poucos foram. Guille, como também ficou conhecido, venceu quatro das seis Libertadores boquenses e é o jogador do Boca com mais aparições e gols no torneio. É considerado como “intocável” pela torcida xeneize também por sua astúcia, carisma, talento e amor à camisa.

Também é querido pelas grandes atuações que teve nos Superclásicos, seja pelos gols – sua equipe jamais perdeu os dérbis em que ele marcou, seja pelas provocações que costumava fazer aos arquirrivais do River Plate.


RODRIGO PALACIO



Palacio chegou ao Boca Juniors em 2004, contratado junto ao Banfield, com a intensão de ser o suplente do ídolo Guillermo Barros Schelotto.

Nos primeiros 892 minutos atuando com a camisa do Boca marcou 3 gols. Tendo esse feito aliado a sua habilidade, logo ganhou a titularidade.

Nesse mesmo semestre sagrou-se campeão do Apertura com 10 gols marcados, foi campeão, também, da Copa Sulamericana de 2005. Nesse, sendo artilheiro da equipe com 5 gols. Também fez parte da equipe campeã da Recopa Sulamericana 2005.

Em 2006 fez um ótimo campeonato e com 7 gols ajudou o Boca em mais uma conquista do Torneio Clausura. Em setembro marcou 3 na conquista da Recopa Sulamericana 2006 contra o São Paulo. Com uma vitória por 2×1 em casa e um empate (2×2) fora.

No ano seguinte veio a conquista da Libertadores. Junto com Riquelme e Palermo conquistou o titulo continental. Palacio marcou 4 gols no torneio. Na final do Mundial no Japão acabou com o segundo lugar perdendo o título para o Milan. Foi eleito o 3º melhor jogador do torneio, atrás de Kaká e Seedorf.

Conquistou mais uma Recopa Sulamericana em 2008 e outro titulo Apertura 2008, sempre colaborando com gols.


FERNANDO GAGO



Bastaram apenas 2 anos entre os profissionais do Boca para que o Real Madrid se interessasse pelo jogador e o contratasse, com o objetivo de apagar o incêndio pelo qual o clube madrileno passava.

Com 20 anos de idade, um mundial juvenil e cinco campeonatos ganhos com o Boca, ele pode ser considerado o maestro do meio de campo, com a bola no pés tem a classe e a experiência de um veterano e em duas temporadas conseguiu 2 títulos da Liga com a camisa merengue.

Uma das joias formada nas categorias de base do Boca que carrega o Boca com orgulho no peito.


NICOLAS BURDISSO



Sem muito estardalhaço e com uma personalidade tranquila. Burdisso se destaca pela surpreendente capacidade de se adaptar a qualquer posição na defesa.

Nico tem uma carreira escrita com muitos êxitos. Grande cabeceador com muita garra. Foi com a camisa da Inter, que ele obteve o tricampeonato da Liga e rompeu uma maldição que cercava o time desde 1989.

No Boca, Burdisso conseguiu 7 títulos, incluindo 3 Libertadores e 3 Mundiais. Com a seleção ganhou 1 Mundial Sub-20 e uma medalha de ouro olímpica.


EVER BENEGA



Subiu das divisões de base para substituir Fernando Gago e com um estilo muito similar de jogo ganhou o posto de volante central com apenas 19 anos.

Em uma só temporada no Boca, com uma Copa Libertadores e um Mundial Sub-20 conquistados, foi contratado pelo Valencia, aonde em sua primeira temporada levantou a Copa do Rey.