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AS COPAS DO BOCA: O HEXA VEIO!

Publicado em 16/5/2018


AS COPAS DO BOCA: O HEXA VEIO!

Atrás do hexacampeonato na Copa Libertadores, em 2007, o Boca Juniors conquistou sua vaga após o título do Clausura de 2002. É assim que começamos o sexto, e último, episódio do “As Copas do Boca”, onde contamos todo o processo dos xeneizes na competição para se tornarem campeões.

Assim como em 2003, o Boca ficou no grupo 7 continha o Toluca, do México; Cienciano, do Peru e Bolívar, da Bolívia, além dos argentinos. No primeiro jogo, a altitude de La Paz fez com que os xeneizes apenas empatassem sem gols. Mas não demorou muito para a primeira vitória vir, já que o La Bombonera presenciou o 1x0 contra os peruanos no segundo jogo, com gol de Ibarra, faltando 10 minutos para encerrar a partida.

O Toluca foi o adversário da terceira partida, fora de casa, sendo a primeira derrota do Boca na competição, por 2x0. Na volta, os argentinos venceram por 3x0, conquistando ficando, assim, com 7 pontos. A classificação estaria assegurada na quinta rodada se não fosse a surpresa do Cienciano de vencer os xeneizes por 3x0.

Para a última rodada, o Cienciano era líder do grupo com 9 pontos batendo no saldo de gols o Toluca. Um empate classificaria as duas equipes e qualquer derrota, somada a uma vitória do Boca, daria a vaga aos argentinos. E foi isso que aconteceu: o Boca goleou o Bolívar, em La Bombonera, por 7x0, enquanto o Toluca fez 3x0 nos peruanos.

As oitavas de finais teve um confronto nativo. Boca Juniors recebeu o Vélez Sarsfield para o jogo de ida, vencido com tranquilidade por 3x0. Na volta, O Vélez pressionou e conseguiu fazer 3x1, restando apenas dois gols para a classificação. Mas não aconteceu. Já nas quartas, uma vitória no agregado contra o Libertad, do Paraguai, por 3x1 fez o Boca avançar para a semifinal contra o Deporrtivo Cúcuta, da Colômbia.

O primeiro jogo, um susto. Os colombianos venceram, em casa, os xeneizes por 3x1. Na volta, o Boca precisa apenas de dois gols para chegar a final. Três foram feitos! Riquelme, Palermo e Battaglia decretaram a classificação para enfrentar o Grêmio, do Brasil.

Por incrível que pareça, a final foi tranquila. Rodrigo Palacio, aos 18; Riquelme, aos 73 e Patrício contra, aos 89, deram a vitória ao Boca por 3x0 no jogo de ida, na Argentina. Riquelme ainda garantiu o jogo de volta, fazendo os dois gols que o colocou como vice artilheiro da Copa Libertadores com 8 gols. Palermo ainda perdeu um pênalti, mas não estragou nem um pouco a festa do agora hexacampeão Club Atlético Boca Juniors.

MUNDIAL

No Mundial de Clubes da FIFA, o Boca até tentou, mas parou no Milan, da Itália, com uma derrota por 4x2. Kaká, que no final daquele ano ainda seria considerado o Melhor Jogador do Mundo, foi o destaque da partida.


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