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AS COPAS DO BOCA: O BI DO BICAMPEONATO!

Publicado em 17/4/2018


AS COPAS DO BOCA: O BI DO BICAMPEONATO!

Assim como o ano seguinte após o primeiro título, o Club Atlético Boca Juniors conseguiu o bicampeonato da Copa Libertadores da América após encerrar o jejum em 2000. Esse é o tema de mais um texto da série de posts contando um pouco das campanhas do Boca durante os seis títulos que os xeneizes têm na competição.

Para a Libertadores de 2001, os xeneizes conseguiram a classificação por serem os atuais campeões do torneio. Mesmo assim, o título do Apertura de 2000 foi garantido. O grupo 8 da competição tinha o Cobreloa, do Chile; Deportivo Cali, da Colômbia; e o Oriente Petrolero, da Bolívia. Além, claro, do Boca.

A estreia foi em casa, com 16 mil torcedores assistindo o Boca vencer o Oriente por 2x1. O primeiro gol dos detentores do título foi marcado pelo meio campista Omar Pérez. Riquelme fez o segundo.

Os xeneizes foram colecionando vitórias na fase de grupos. Na soma dos resultados, o Corbeloa foi derrotado por 2x0, o Deportivo foi derrotado na Argentina por 2x1 e o confronto de volta contra os bolivianos marcou o terceiro 1x0 do Boca em cinco partidas. A única derrota nessa fase foi no último jogo, no qual os colombianos fizeram 3x0, na casa deles.

Mesmo assim, a vaga para as oitavas de final estava garantida com o primeiro lugar. O adversário seria do Junior Barranquilla, também da Colômbia. O jogo de ida foi difícil, com Marcelo Delgado abrindo o placar para os argentinos aos 6 minutos, mas tomando a virada com gols aos 29 e 39 do primeiro tempo.

Aos 20 do segundo tempo, Riquelme igualou o marcador e aos 35, Marcelo Delgado fez seu segundo gol no jogo, dando vantagem ao Boca para o jogo de volta conseguir a classificação após o 1x1.

O Vasco, então campeão brasileiro, foi o adversário das quartas de finais. O status nacional não diferiu a energia do Boca para o jogo, vencendo os dois confrontos pelo total de 4x0, com destaque para o atual treinador, Guillermo Schelotto, autor de três gols.

A semifinal trazia o atual vice-campeão da Libertadores e antagonista xeneize na decisão. Assim como no ano anterior, a decisão ficou para os pênaltis. Tanto em La Bombonera, quanto no antigo Parque Antártica, o jogo terminou em 2x2.

Nos pênaltis, Alex, Basílio e Arce desperdiçaram para o Palmeiras. Riquelme, Delgado e Bermúdez marcaram suas cobranças terminando o jogo em 3x2 para os xeneizes.

Na final, o Cruz Azul, do México, foi o adversário. No estádio Azteca, palco das finais da Copa do Mundo de 70 e de 86, os argentinos fizeram um jogo de igual para igual, truncado, marcando o gol da vitória aos 40 minutos do segundo tempo com Delgado. Na volta, tomaram o empate na decisão aos 42 minutos de jogo, com gol de Palencia. Esse resultado fez com que a decisão fosse, pelo terceiro ano seguido, decidida nos pênaltis. E encerrada no 3x1.

O Boca era Tetracampeão da América!

Na final do Copa Intercontinental, em Tóquio, no Japão, o Boca enfrentaria o Bayern de Munique, da Alemanha, para defender o título de melhor time do Mundo. Porém, resistiram até a prorrogação, tomando o gol do ganês Samuel Kuffour e impedindo os xeneizes de conquistarem o tetra.


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