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AS COPAS DO BOCA: O FIM DO JEJUM!

Publicado em 11/4/2018


AS COPAS DO BOCA: O FIM DO JEJUM!

Com jejum de 22 anos, o Club Atlético Boca Juniors conseguiu vencer o terceiro título da Copa Libertadores da América. Esse é o tema de mais um texto da série de posts contando um pouco das campanhas do Club Atlético Boca Juniors durante os seis títulos que os xeneizes na competição.

A classificação estava garantida a partir do título do Clausura de 1999 (disputado no primeiro semestre) e, de quebra, conquistaram o Apertura do mesmo ano, disputado no segundo semestre. O Boca caiu no Grupo 2, junto do Peñarol, do Uruguai, Blooming, da Bolívia e Universidade Católica, do Chile.

A estreia foi na altitude de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, contra o Blooming. O fator geográfico fez a diferença na derrota xeneize por 1x0; No jogo de volta, o troco foi com juros e correção: 6x1 para o Boca, no La Bombonera.

A Universidade Católica perdeu os dois confrontos, em um placar de 5x2, no agregado. O Peñarol, já pentacampeão da Liberta, também saiu com saldo negativo dos confrontos com o Boca, num total de 3x1 para os argentinos, que classificaram para as oitavas em primeiro lugar, com 13 pontos.

O adversário do primeiro confronto da segunda fase também foi na altitude, mas em Quito, no Equador. O El Nacional conseguiu segurar o empate sem gols no jogo de ida, mas no jogo de volta tomou cinco gols no primeiro tempo e ainda conseguiu marcar três gols.

As quartas de finais reuniu um clássico magistral: River Plate e Boca Juniors. Assim como em 1978, os xeneizes conseguiram avançar. No Monumental, 52 mil torcedores presenciaram a vitória por 2x1 do River. O Boca matou o confronto no segundo jogo, quando 55 mil torcedores viram os gols de Delgado, Riquelme e Martín Palermo.

Na semifinal, os xeneizes fizeram a primeira partida em casa, goleando o América, do México, por 4x1. Na volta, a pressão dos mexicanos foi tanta que os três gols que precisavam para conseguir a classificação, fizeram em 81 minutos. No desespero, o Boca saiu e dois minutos depois marcou com o zagueiro Walter Samuel, obrigando os mexicanos a fazerem mais um para garantir a prorrogação. Não conseguiram.

A vaga na final estava garantida contra a Sociedade Esportiva Palmeiras. O La Bombonera foi palco do primeiro jogo. O lateral esquerdo Rodolfo Arruabarrena abriu o marcador aos 22 minutos, sofrendo o empate no final do primeiro tempo, com Pena.

Na segunda etapa, o mesmo Arruabarrena fez o segundo gol aos 61. Dois minutos depois, Euller empatou novamente o jogo, saindo com uma boa vantagem da Argentina. No jogo de volta, truncado e bem jogado, o resultado não saiu do zero, nos 120 minutos de jogo. Sendo assim, penalidades!

O Palmeiras iniciou as cobranças com Alex, que marcou. Schelotto, o atual treinador xeneize, igualou a disputa; Asprilla e Roque Júnior desperdiçaram as duas cobranças seguidas para o time de verde. Riquelme e (acredite) Palermo converteram suas finalizações, deixando o Boca com dois gols de vantagem. Era só esperar o erro do adversário ou marcar a quarta finalização. Foi o que aconteceu. Rogério, do Palmeiras, converteu sua cobrança, obrigando o colombiano Bernúdez a acertar para garantir o título. GOL! O Boca Juniors era tricampeão da América!

O Boca também é tri no Mundo!

A vaga para a Copa Intercontinental foi garantida com o título da Libertadores. Em Tóquio, os xeneizes pegariam o poderoso Real Madrid, de Casillas, Roberto Carlos, Hierro, Helguera, Figo e Raúl. Eram, considerados, os franco favoritos para o título. A partida começou com garra e foi resolvida em 11 minutos.

Palermo, o maior artilheiro da história do Boca, fez dois gols em cinco minutos, fazendo os argentinos sonharem com o título. Roberto Carlos, com um lindo chute, diminuiu a vantagem justamente aos 11 minutos. E assim ficou até o final! Dois a um e mais um título internacional.


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